Olá, visitantes!
De acordo com a proposta do Módulo 3 do Curso de Leitura e Escrita em Contexto Digital, cada integrante do grupo ficou encarregado de produzir um interrogatório e publicá-lo aqui no blog. Aguardamos os comentários dos colegas.
O defunto e o interrogatório
Após encontrar um defunto em sua casa o Sr. João Pedro de Lemos, 37anos, residente no município de Itupeva-São Paulo foi chamado para prestar depoimentos na Delegacia a respeito de ter encontrado um defunto na soleira de sua casa.
__ Conte-me desde o início o que aconteceu, mas do começo mesmo.
__ Acordei com o som da campainha, assustado, pois percebi que, o sol, ainda nem tinha nascido.
__Dá pro senhor ser mais objetivo?
__Sim. Então, consultei o meu relógio de cabeceira e vi que era cinco horas pontualmente, em um pé fui até a porta, olhei pelo olho mágico e não vi ninguém. Logo pensei: deve ser algum engraçadinho.
__ O quê o Senhor fez?
__Voltei para o meu quarto, pensei em voltar para cama, mas tive a ideia de aproveitar a oportunidade e fazer deste dia, um dia diferente e ir a pé para o trabalho, já que tinha tempo de sobra, então fui para o banheiro, escovei meus dentes, lavei meu rosto, enxuguei-o, tirei meu pijama, coloquei minha roupa de costume e fui para cozinha, a fim de preparar um cafezinho rápido.
Interrompe o delegado.
__ O senhor pode ser menos detalhista e mais objetivo.
__ Tudo bem. Ao abrir a porta, vi aquele homem ali caído, olhei para ambos os lados do corredor e não vi mais ninguém, foi após tentar conversar com o mesmo, e não obter resposta, coloquei minha mão em seu braço e senti que estava gelado e rígido, logo conclui que tinha em minha soleira um cadáver.
__ O que o senhor fez?
__ Corri para o telefone e liguei para a polícia, que me fez uma série de perguntas, perguntas que eu não sabia responder.
__ Mas pode me responder se o conhecia?
__ Sim posso responder. Nunca havia visto aquele homem em toda minha vida.
__ O Senhor tem ideia de como ele foi parar ali?
__ Não.
__ Possui inimigos?
__ Também não, mas sempre tem aqueles que gostam da gente e aqueles que não gostam como o Doutor já sabe.
__Mas quando a campainha tocou o senhor afirmou que era cinco horas e como que ele já estava rígido quando o Senhor foi sair?
__ Realmente Doutor, mas o senhor me pediu para ser menos detalhista e acontece que mal tomei meu café, fui ao banheiro umas três vezes, resolvi então tomar um banho, assim já desisti da minha caminhada, resolvi lavar minha cabeça, fazer a barba,me destrai e as horas passaram.
__ Que horas abriu a porta?
__ Bom Doutor, já passava das dez horas, não sei bem...aí... corri para o telefone e liguei para vocês.
Olá, colega Claudiana!
ResponderExcluirParabéns! O seu texto ficou muito bom!!!
Vencemos mais um desafio, hein!
Abraços!
Ana Paula
Parabéns!
ResponderExcluirMuito bom seu texto.
A discussão entre os personagens, no interrogatório, ficou muito boa.Parabéns!!
ResponderExcluirSandra Bueno
Olá Claudiana e demais integrantes do grupo 3,
ResponderExcluirMais uma vez, parabéns pelo blog (que está muito bonito e interessante) e pelas produções textuais!
Claudiana, o seu interrogatório ficou muito criativo, consigo sentir o nervosismo dos envolvidos! Parabéns!
Olá Claudiana!
ResponderExcluirGostei bastante do seu interrogatório, especialmente desta parte:
"-Possui inimigos?
-Também não, mas sempre tem aqueles que gostam da gente e aqueles que não gostam como o Doutor já sabe."
Parabéns!!!